Aliás, que disco que nada. Esta quarta vem de recheio: O Artista da Semana! Sim, Artista com A maiúsculo. Não se pode pegar um disco desse cara e dizer: esse é O disco desse cara. Ele é um primor todo! Ou, como disse Nancy Reagan: "O Príncipe do Romance".
Sim senhores! Sim senhoras! Cabelo mais primoroso e romântico que esse não tem: é lógico que estou falando do Richard Clayderman!
Sim senhores! Sim senhoras! Cabelo mais primoroso e romântico que esse não tem: é lógico que estou falando do Richard Clayderman!

[então fãs, não disse que falaria desse cara?]
Clayderman é francês, nascido em Paris, no dia 28 de Dezembro de 1953. (Uia, quase a mesma data da Musa!).
Esteve no Brasil em 2002 para tocar sua Ballade pour Adeline que Olivier Toussaint compôs para a filha recém-nascida, e quando fez isso, quando pousou seus habilidosos e lisos e tesos dedos naquele teclado branquérrimo... ah.... todos nós nos derretemos completamente.
Richard é de uma importância inegável para o cenário da música mundial, com seu impecável sorriso cepacol ele finalmente deu à música o estilo e galanteria que lhe faltava. Não fosse ele, Chico Buarque não seria sequer lembrado, já que a múscia seria apreciada somente pela qualidade e não pela beleza do artista. Não fosse ele, Michael Jackson ainda era negro, Elton John ainda era enrustido, Luke Skywalker não teria aquele cabelo estiloso, e samba de uma nota só ainda era incompleta. Não fosse ele, Mozart não compunha as Bodas de Fígaro e Beethoven não chegava nem na primeira sinfonia, quem dirá a nona (que aliás foi composta em parte pelo Clayderman, certo?). Não fosse por ele, meu instinto musical seria natimorto e irrisório.

"Eu me alegro pela possibilidade de ser ouvido, de tornar mais agradável um ambiente de trabalho, de tornar menos árdua uma jornada" - Richard Clayderman para Sísifo enquanto subia montanha acima rolando sua pedra.




